Parecia mais “underground” na altura, a noite pelos bares do final da Avenida Luísa Todi, das subterrâneas correntes góticas da “Ribeirinha do Sado” e da “Galera” ao despojamento industrial da “Fábrica” e às luzes psicadélicas da “TGV”, passando pela penumbra claustrofóbica do “ADN” e do “Absurdo”.