Pode ser uma canção sobre amor, política e drogas a marcar o final da década (foi lançada em 1969). Apesar do seu possível tom negativo de resignação, e mesmo que fiquemos com o que aquilo que nos calha, isso não significa que não tentemos ter aquilo que queremos. No final, uma canção tão “terra-a-terra” provoca a sensação de se estar a tocar uma profunda verdade existencial. Traduzindo numa versão sadina, é como dizem na Fonte Nova: “O que vem à rede é peixe”. Bom, agora vem cada vez mais lixo…